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Boa Vista - RR, Quarta, 08 de Fevereiro de 2012

» Política

12/02/2010 - 01:05:05h - Fonte: portalamazonia

Caso Gafanhotos - Deputado Jalser Renier é condenado a 6 anos de prisão

Mãe do deputado também é condenada

Equipe Jota7

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Foto: ALE-RR Caso Gafanhotos - Deputado Jalser Renier é condenado a 6 anos de prisão Ampliar foto Dep. Est. Jalser Renier (DEM-RR) Fechar [X]Foto: ALE-RR Dep. Est. Jalser Renier (DEM-RR)

BOA VISTA - O Tribunal Regional Federal (TRF) julgou nesta quarta-feira (11), à noite, o 1° processo penal do Caso Gafanhoto, em que eram desviados recursos da folha de pagamento do Estado por meio da contratação de servidores fantasmas.O deputado Jalser Renier (DEM-RR),considerado um dos cabeças do esquema,foi condenado a seis anos de prisão.

A mãe de Renier, Etelvina Padilha, foi condenada a quase três anos de reclusão, por participar também do esquema.

O caso cabe ainda recursos. No mesmo julgamento o TRF excluiu do processo os nomes de Carlos Lewisch e Diva Bríglia.

O deputado Jalser Renier está fora da cidade. Ele disse que vai entrar com recurso contra a decisão do TRF e, em nenhum momento, a condenação vai interferir no trabalho, e na própria candidatura deste ano.

O deputado afirmou ainda que vai permanecer no cargo de parlamentar,até que a questão ser resolvida em definitivo.Jalser Renier vai recorrer até a última instância no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Caso

Entre 1998 e 2002, o engenheiro Carlos Levischi foi diretor do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) de Roraima. Ele administrou o pagamento dos salários de servidores estaduais que eram inscritos na folha salarial do Estado sem saber, e cuja remuneração acabava no bolso de autoridades.

O nome Gafanhoto provém deste esquema ilícito que atingia conselheiros do Tribunal de Contas a deputados estaduais.

À época, Livischi declarou que o DER pagava R$ 1 milhão, por mês aos gafanhotos, enquanto os outros órgãos do Estado, somados, desembolsavam R$ 2 milhões.

Diva Bríglia, ex-secretaria de Administração do Governo Neudo Campos e chefe de Gabinete Civil, na gestão de Flamarion Portela, foi acusada, à época do escândalo dos gafanhotos, por ser considerada uma das coordenadoras dos pagamentos ilícitos, relacionados em listas por deputados estaduais.

Peça fundamental nas investigações, Diva colaborou com a Polícia Federal e entregou vários integrantes do esquema Gafanhoto.



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palavra_de_fe

01/01/2012 - 02:14:47h

Palavra de Fé - Simplesmente Papai do céu

Pr. Marcone Lázaro


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